vitamina E

A vitamina E e o risco de doença coronariana nas mulheres

Introdução: O interesse na vitamina E como um nutriente antioxidante possível de proteção contra a doença coronária foi intensificada com o reconhecimento de que a lipoproteína de baixa densidade oxidada pode estar envolvida na aterogênese.

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Métodos: Em 1980, 87.245 enfermeiras (34-59 anos de idade) que estavam livres de doença cardiovascular e câncer responderam a questionários dietéticos que avaliou o consumo de uma vasta gama de nutrientes, incluindo a vitamina E.

Durante acompanhamento até oito anos (679.485 pessoas-anos) foram documentados 552 casos de doença coronária principal (437 infartos do miocárdio não fatais e 115 mortes por doença coronariana).

Resultados: Em comparação com as mulheres com menor quinto do grupo em relação à vitamina E, os do quinto superior tinham um risco relativo de doença coronária principal de 0,66 (intervalo de confiança de 95 por cento, 0,50-0,87) após ajuste para idade e consumo de cigarro.

Um ajuste posteriir para uma variedade de outros fatores de risco coronariano e nutrientes, incluindo outros antioxidantes, teve pouco efeito sobre os resultados. A maior parte da variabilidade na ingestão e à redução do risco foi atribuída à vitamina E consumida como suplemento.

As mulheres que tomaram suplementos de vitamina E por períodos curtos obtiveram resultados pouco expressivos contra a doença, já quem consumiu por mais de dois anos tinham risco relativo de doença coronária principal de 0,59 (intervalo de confiança de 95 por cento, 0,38-0,91) após ajuste para idade, tabagismo, fatores de risco para doença coronariana e da utilização de outros nutrientes antioxidantes (incluindo multivitamínicos).

Conclusões: Embora estes dados prospectivos não provem uma relação de causa e efeito, sugerem que entre as mulheres de meia-idade o uso de suplementos de vitamina E está associada com um risco reduzido de doenças coronárias. Ensaios randomizados de vitamina E na prevenção da doença coronária estão sendo realizados, recomendações de políticas públicas sobre o uso difundido de vitamina E devem aguardar os resultados destes ensaios.

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O consumo de vitamina E e o risco de doença cardíaca nos homens

A modificação oxidativa da lipoproteína de baixa densidade, aumenta a sua incorporação na íntima arterial, um passo essencial na aterogênese. Apesar de antioxidantes da dieta, tais como a vitamina C, caroteno e vitamina E, têm sido propostos para prevenir a doença coronária, dados epidemiológicos prospectivos são escassos.

Em 1986, 39.910 E.U. profissionais de saúde do sexo masculino 40-75 anos de idade que estavam livres de diagnosticada a doença cardíaca coronária, diabetes e hipercolesterolemia completado questionários dietéticos detalhados que avaliaram a ingestão habitual de vitamina C, caroteno e vitamina E, além de outras nutrientes. Durante quatro anos de follow-up, nós documentamos 667 casos da doença coronariana.

Depois de controlar idade e vários fatores de risco coronariano, observamos um menor risco de doença coronariana entre os homens com maior ingestão de vitamina E (P para tendência = 0,003). Para os homens que consomem mais de 60 UI por dia de vitamina E, o risco relativo multivariado foi de 0,64 (intervalo de confiança 95 por cento, 0,49-0,83) quando comparados com aqueles que consomem menos de 7,5 IU por dia.

O consumo de caroteno não foi associada a um menor risco de doença coronariana entre aqueles que nunca fumaram, mas foi inversamente associado com o risco entre fumantes (risco relativo, 0,30; intervalo de confiança 95 por cento, 0,11-0,82) e ex-fumantes (em relação risco, 0.60; intervalo de confiança 95 por cento, 0,38-0,94). Em contraste, uma alta ingestão de vitamina C não foi associado a um menor risco de doença coronariana.

Esses dados não provam uma relação causal, mas fornecem evidência de associação entre a ingestão elevada de vitamina E e um menor risco de doença cardíaca coronária nos homens. recomendações para políticas públicas no que diz respeito ao uso de suplementos de vitamina E deve aguardar os resultados de estudos adicionais.

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Vitamina para Criança

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Uma preocupação comum entre as mamães é saber se seus filhotes estão ingerindo quantidades suficientes de vitaminas. E essa preocupação tem fundamento.

As vitaminas são componentes importantíssimos na dieta dos baixinhos. Entre outras funções, elas têm papel destacado na formação das células do sangue, hormônios, material genético e na química do sistema nervoso.

Além disso,  a Vitamina para Criança que ajudam o organismo a processar as proteínas, que são os “tijolinhos” responsáveis pela construção dos tecidos. Ou seja, não adianta uma alimentação rica em proteínas se as vitaminas não estiverem presentes junto, garantindo que as primeiras possam realizar sua importante função.

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Há duas categorias de vitaminas

A primeira é aquela das vitaminas que são solúveis em água. Fazem parte dessa categoria as vitaminas do complexo B e a vitamina C. Essas vitaminas precisam ser consumidas todos os dias já que o organismo não é muito eficiente em armazená-las. Veja abaixo as principais vitaminas desse grupo e suas fontes e funções:

Vitamina C: É encontrada em frutas cítricas e folhas verdes. É ótima na estimulação do sistema imunológico e auxilia na absorção do ferro e do cálcio.
Vitamina B1: É encontrada em cereais (principalmente em pães enriquecidos), ervilha, feijão e miúdos. Atua no equilíbrio dos sistemas nervoso e cardíaco e auxilia na utilização dos carboidratos pelo organismo.
Vitamina B2: É encontrada em cereais, verduras de folhas verde, ovos, leite e nozes. Atua na manutenção dos tecidos e pele.
Vitamina B6: É encontrada em grãos, gérmem de trigo, carne, fígado, batatas, feijão e banana. Auxilia no desenvolvimento de dentes e ossos e atua na formação das células vermelhas do sangue, além de ajudar o organismo na absorção das gorduras.
Vitamina B12: É encontrada principalmente no fígado, aves, leite e ovos. Auxilia no funcionamento do sistema nervoso e ajuda o organismo a produzir e manter as células vermelhas.

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A segunda categoria engloba aquelas vitaminas que são solúveis em gordura. Fazem parte desse grupo as vitaminas A, D, E e K. O organismo é capaz de armazenar essas vitaminas mas isso não quer dizer que elas não precisem fazer parte da dieta diariamente. Veja abaixo as principais vitaminas desse grupo e suas fontes e funções:

Vitamina A: É encontrada nos peixes, óleos vegetais, folhes verde-escuras, clara de ovos e vegetais de cor laranja. Mantém a pele e as mucosas saudáveis e atua na formação dos dentes.
Vitamina D: É encontrada no leite (em especial aqueles fortificados), na clara de ovo e em peixes como o atum. A exposição aos raios solares auxilia na fixação dessa vitamina. É importante na manutenção de dentes e ossos e ajuda na absorção de cálcio e fósforo pelo organismo.
Vitamina E: É encontrada em óleos vegetais, margarinas, amendoim, nozes e folhas verde. Ótima com antioxidante, essa vitamina ajuda na manutenção dos tecidos e na formação das células vermelhas do sangue.
Vitamina K – É produzida pelas bactérias que vivem em nossa flora intestinal através da decomposição dos alimentos que ingerimos. Atua na coagulação sanguínea e na formação óssea.

A maneira ideal de consumir a Vitamina para Criança continua sendo através dos alimentos frescos, de preferência crus. Mas toda mãe sabe o quão difícil pode ser fazer seu filhote comer aquele pratão de salada ou encarar aquelas tão odiadas ervilhas. Por isso, existem hoje no mercado alimentos enriquecidos e fortificados com vitaminas. Os mais comuns são os pães e o leite e seus derivados. Esses alimentos industrializados perdem dos frescos em relação a uma série de fatores (como, por exemplo, a quantidade de fibras alimentares), mas podem ser bons aliados dos pais na hora de garantir que seus pequenos estejam ingerindo quantidades adequadas de vitaminas.

Em todos os casos, é importante não deixar de oferecer verduras, legumes e frutas frescas às crianças sempre. Ainda que a princípio elas sejam rejeitadas, a criança não criará o hábito de comê-las se elas nunca aparecerem em seus pratos!